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Futuro Clássico

  • 8 de out. de 2017
  • 3 min de leitura


É difícil conhecer algum fã de sci-fi que não teve sua vida mudada por Blade Runner, foi assim com Denis Villeneuve, escolhido diretor da sequência o canadense fez de seu amor pelo filme de 1982 uma declaração traduzida em um visual fantásticos, reforçado pelo potencial atual do cinema, e uma rica história cheia de reviravoltas que esconde críticas sociais pertinentes em seu enredo, isso sem falar no elenco incrivelmente afinado.


Trinta e cinco anos depois da primeira apresentação à 2019 quando "Blade Runner: O Caçador de Androides" chegou aos cinemas trazendo o olhar único de Ridley Scott somos levados novamente àquele universo só que agora trinta anos a frente, quando K (Ryan Gosling) blade runner que caça replicantes ultrapassados descobrirá um segredo com o potencial de modificar toda a sociedade.


Filme de 1982


Filme de 2017

À apenas dois anos de distância de 2019, muito do que foi apresentado no primeiro filme ainda parece distante, mas não mais tão impossível como parecia no início dos anos 80, apesar do ambiente distópico não é difícil se identificar com a história, que questiona em seu enredo a descriminação, a escravidão, o futuro da sociedade e o modo como tratamos o planeta.


Com cenários de tirar o fôlego, uma belíssima fotografia e um figurino que se encaixa perfeitamente ao visual do filme, a sequência repete o acerto do primeiro filme, misturando elementos futurísticos e clássicos para criar uma atmosfera única.



Com excessão dos protagonistas K e Rick Deckard (Harrison Ford) que possuem um visual muito mistérios, fica fácil separar androides e humanos apenas pelo modo como cada um se veste. A jovem Joi (Ana de Armas) é o holograma de companhia em 2049, a distância da existência humana é representada por um figurino fetichista e fantasioso que lembra o estilo das replicantes Zhora (Joanna Cassidy) e Pris (Daryl Hannah) no primeiro filme.


Rick Deckard (1982)

K (2017)

K e Deckard (2017)

Joi (2017)

Joi (2017)

Zhora (1982)


O estilo de Joi evolui conforme ela passa a ganhar traços de humanidade ao longo do filme, chegando a um visual muito parecido ao de Rachael no filme de 1982.


Joi (2017)


Rachael (1982)


Bem interessante também é a construção do visual da garota de programa interpretada por Mackenzie Davis, que se assemelha física e visualmente a androide Pris de Daryl Hannah.


Mackenzie Davis (2017)

Pris (1982)

Outra mulher de destaque é Luv (Sylvia Hoeks) a assistente do excêntrico Niander Wallace (Jared Leto), obcecado pela criação de um híbrido entre humanos e androides. Dois personagens muito interessantes visualmente, ela inspirada pela bela Rachael com figurinos que lembram a década de 40 e ele pelo Dr. Eldon Tyrell (Joe Turkel) , mas que ganha agora tendências orientais.


Luv (2017)

Rachael (1982)

Luv (2017)

Rachael (1982)

Dr. Eldon Tyrell (1982)

Niander Wallace (2017)


Com seu olhar nostálgico e apaixonado Villeneuve soube dar sua interpretação ao original conciliando visual, história e personagens equivalentes. "Blade Runner 2049" confirma seu status de futuro clássico e surpreende pela qualidade e pelo respeito a memória do primeiro filme, criando uma sequência quase ininterrupta à história.

Classic Future

It's hard to meet a sci-fi fan who hasn't had his life changed by Blade Runner, so it was with Denis Villeneuve, the Canadian chosen director of the sequel made his love for the 1982 film a statement translated into fantastic visuals, reinforced by the current filming potential, and a rich history full of twists and turns that hides pertinent social criticism in its plot, not to mention the incredibly tuned cast.


Thirty-five years after the first introduction to 2019 when the first "Blade Runner" hit theaters bringing the unique look of Ridley Scott, we are taken back to that universe, now thirty years ahead when K (Ryan Gosling) blade runner who hunts for outdated replicants will discover a secret with the potential to modify the whole society.


Just two years away from 2019, much of what was featured in the first film still seems distant but no longer as impossible as it looked in the early 1980s, despite the dystopic environment it is not difficult to identify with the story, which questions discrimination, slavery, the future of society and the way we treat the planet.


With breathtaking scenes, a beautiful photograph and a costume that fits perfectly to the look of the film, the sequence repeats the hit of the first film, mixing futuristic and classic elements to create a unique atmosphere.


With his nostalgic and passionate look Villeneuve knew how to give his interpretation to the original, conciliating visual, story and equivalent characters. "Blade Runner 2049" confirms its classic future status and surprises by the quality and the respect to the memory of the first film, creating an almost uninterrupted sequence to the history.

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